A Prefeitura de Balneário Camboriú intensificou as orientações para que a população consiga distinguir os verdadeiros agentes de combate a endemias de possíveis golpistas. O alerta foi emitido após a administração municipal ser informada sobre indivíduos que estariam se apresentando como servidores públicos com o intuito de adentrar residências de forma indevida.

Os profissionais que atuam na linha de frente do combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor de doenças como dengue, zika e chikungunya, possuem um padrão de identificação claro. Todos os agentes trabalham devidamente uniformizados, com vestimentas que podem ser azuis com letras brancas ou cinzas com letras azuis. Além disso, portam um crachá oficial do Governo Municipal. Coletes e jaquetas utilizados por eles são cinzas e exibem a logomarca da Secretaria de Saúde e do setor de Endemias.

Durante as visitas domiciliares, os agentes de endemias realizam vistorias em quintais, ralos, calhas, vasos de plantas e quaisquer outros recipientes que possam acumular água parada, potenciais focos de reprodução do mosquito. A atuação desses profissionais é crucial para a prevenção de surtos de doenças.

David Cruz, diretor de vigilância ambiental de Balneário Camboriú, enfatiza a importância da cautela por parte dos moradores. "Todos os nossos agentes trabalham uniformizados e portam crachá de identificação durante as visitas. Antes de iniciar qualquer inspeção, eles se apresentam ao morador. Se houver qualquer dúvida sobre a identidade do profissional, a recomendação é não permitir a entrada e entrar em contato com a Secretaria de Saúde para fazer a confirmação. A segurança da população é prioridade", declarou.

A orientação da prefeitura é que, em caso de qualquer incerteza sobre a identidade do agente de endemias, os moradores entrem em contato com a Secretaria de Saúde pelo telefone (47) 3261-6264. O objetivo é garantir que a confirmação seja feita antes que o profissional inicie qualquer atividade dentro do imóvel. Essa medida visa assegurar a integridade da população e impedir que criminosos explorem a confiança pública para cometer fraudes e acessos não autorizados a residências.